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22 de set. de 2012

Think before you pink!



O que é Viver?
A vida é muito mais que comer, beber e dormir;
A vida é jogo, vitórias, derrotas, conquistas...
A vida é o bom de viver, mas por vezes, a vida é a vontade de querer morrer.

Devemos estar preparados para a diversidade da vida, sem esquecer-se das muitas alegrias que esta nos proporciona. É verdade que não devemos ser pessimistas, pois do pessimismo orientam-se os vencidos, ou os fortemente manipuláveis.
Em primeiro lugar devemos de ter uma consciência moral, baseada não nos nossos próprios sentidos religiosos; mas sim no sentido em que cada um caracteriza a vida. Talvez um crédulo jamais concorde comigo, tudo bem! Mas o ético e moralmente correto não se baseia apenas nos sentidos religiosos, pois por mais que sejam conhecedores, não executam a prática. Devemos buscar acima de tudo uma certeza do que fomos, do que somos e do que queremos ser na vida. Depois dessa reflexão, devemo-nos tornar firmes numa luta constante pelos nossos ideais, independente das opiniões alheias.
Afinal de contas, se não lutarmos para que sejamos felizes, quem  poderá fazê-lo por nós?
Busquemos sempre o que nos pode tornar ainda mais confiantes, pois é através dessas conquistas e reprovações alheias que quando vencemos, o sabor da vitória é especial. Nunca deixe de lutar e sonhar, pois o sonho comanda a vida! A idade que possuímos, seja ela avançada ou jovem, não é fator de desistência e desalento, e sim de desafio e de busca por novas vitórias e conquistas. 






Think, think, think




E então hoje eu olhei para cima... e avistei o céu, com suas estrelas e nuvens refletindo a luz da lua. Senti um frio na barriga, me senti como se estivesse em outro mundo, no qual não houvesse violência, mortes ou hipocrisia. Mas será que é só nesse mundo que existe isso? Quero saber além desse mundo, eu quero muito mais. Quero viver adrenalinas. Quero poder voar sem pensar no amanhã. Eu gostaria de sair gritando de felicidades ou até mesmo de ciúmes, mas sabemos o quão difícil é expor nossos sentimentos nesse mundo tão hipócrita e desigual... Estamos todos certos e errados, julgando ou sendo julgados, combatemos bulling com bulling e não paramos para pensar nisso. Mas quem sabe amanhã, quando for a sua vez de olhar para o céu, sua vez de tomar um banho de chuva, lavar a sua alma, você mude o seu pensamento e faça a sua parte!
21 de set. de 2012

Sweet dreams are made of this


Eu estava dormindo... Dormindo profundamente... Quando de repente acordei com o barulho do vento noroeste zumbindo fortemente e a chuva respingando na minha janela, que de algum modo, estava aberta. Levantei com toda preguiça da minha cama quentinha, calcei minhas pantufas e fui em direção à janela.
O vento estava muito forte, as portas da janela batiam fortemente. Fechei as portas, abaixei o vidro e voltei para a minha cama, na qual já se encontrava suficientemente fria. Deitei, virei de um lado, virei para o outro e não consegui pegar no sono. Foi então que me dei conta de que não estava no meu quarto, o pijama de flanela que eu usava não era meu, o edredom era desconhecido, assim como o travesseiro e o meu ursinho. Olhei a minha volta, meus móveis, minha televisão, meu violão, minhas fotos e câmeras, todas elas eram diferentes e algumas não existiam. Entrei em pânico. Resolvi sair do quarto, tentei abrir a porta mas até a maçaneta era diferente. Sai e andei. Andei por todos os cômodos da casa e, de fato, todos eles eram estranhos aos meus olhos, porém, passavam uma certa segurança. Como se eu pertencesse à casa. Como se ela fosse minha. Como se... Eu já não me recordo.
Voltei para o quarto, abri meu guarda-roupa e minhas roupas eram diferentes. Minhas sapatilhas tinham um toque mais vintage. Resolvi trocar de roupa  e sair da casa.

Algum tempo depois de estar arrumada, me vejo fora da casa, olho em volta e já não reconheço nem a vizinhança. Um lugar diferente. Um lugar colorido. Um lugar... Sim, Paris!
De alguma forma, acordei em Paris. Como e quando não sei dizer ao certo. A minha alegria e entusiasmo tomaram conta do meu. Minha expressão facial mudou como um passe de mágica.
Como eu poderia acordar na cidade mais bela do mundo? Será que tenho alguma fada madrinha? Será que estou sonhando? Tentei me beliscar, e para a minha surpresa, a dor foi forte. Andei por toda a vizinhança, conheci lugares novos, comi maçã do amor e petit four em forma de coração. Tirei fotos de todos os lugares e todos os simples detalhes. Não queria perder a chance de registrar tudo aquilo o meus olhos estava, vendo. Foi quando alguém tocou meu ombro. Olhei para trás e disse: "Oi?". Era um belo rapaz. Um rapaz alto cujo os olhos eram encantadores, um sorriso meigo, cabelos negros e curtos. Então ele diz: "Achei que você não acordaria nunca, Honey Bee..." - Como ele sabia meu apelido carinhoso? Como ele sabia que eu estava na França? Como ele sabia da minha existência? Como? Não pude responder minhas perguntas. Eis então que esse belo rapaz toma a minha mão e me leva para dar um passeio. Tiramos fotos, rimos, cantamos e dançamos ao som de She&Him. No fim da noite, ele me deixa na porta da "minha casa", me deseja boa noite e diz que tem que voltar para a vida real. Disse a ele que o tempo que passamos juntos foi maravilhoso, nunca pude imaginar que estar ao lado de alguém que eu jamais imaginaria conhecer, me faria tão bem. Agradeci por tudo e lhe desejei uma ótima noite.

Corri para dentro da casa, subi desesperada em direção ao meu "quarto", pois queria imprimir todas as fotos que tiramos juntos no nosso passeio. Não queria perder nenhum registro de tudo o que se passou. Imprimi todas as fotos, coloquei em cima da minha mesa, tomei um banho, vesti meu pijama de flanela quadriculado e deitei. Deitei e dormi... Profundamente.

Enfim no dia seguinte eu acordei. Acordei no meu quarto normal, com as minhas paredes rosas, minha cama de madeira, meu ursinho Dá Roça, meu violão encostado na escrivaninha e meu mural de fotos. Tudo estava absolutamente normal. Abri minha porta e verifiquei se ainda estava sonhando. Eu já me encontrava na minha casa normal e pacata, como de costume.
Corri para a minha escrivaninha, e em cima dela, se encontrava todas as fotos que havia tirado em Paris. Ao lado, um bilhete em cima da minha moleskine azul. Um bilhete e uma fita. Um bilhete que nunca imaginei que receberia...

"Querida Honey Bee...
Queria lhe agradecer por tudo o que passamos juntos... Guarde bem as fotos.."

Com carinho, O rapaz dos olhos verdes..."


28 de mai. de 2011
             O que é impossível? Será apenas uma quebra de paradigma? Ou sair da zona de conforto, ousar pensar diferente?

                         Muitos dizem que a palavra 'impossível' se refere ao ato de não poder fazer, de não ter a possibilidade de ser feito. Mas, será mesmo que é impossível fazer determinada coisa? Em que se baseia esse conceito?

                          Há alguns dias, venho testando a capacidade do ser humano em conceituar palavras nas quais nunca parou para refletir. Tomei a liberdade de perguntar a alguns colegas, a imagem de “impossibilidade” para cada um, que por fim, tirei a seguinte conclusão:
“Impossível, são limites, são barreiras, algo que não se move do lugar, coisas que pensamos que nunca serão capazes de serem reais.”

                          Mas por que seria impossível? Já que o impossível é algo que ninguém fez ainda? Muitos acreditam no fato de que, se não deu certo a primeira vez, certamente não dará na segunda, então acabam criando um paradigma, uma imagem de que tudo o que não deu certo é ‘impossível’.

                          E por que não tentar uma segunda ou terceira vez? Seria medo de dar errado novamente? Pessoas que com este tipo de pensamento, certamente não chegam a lugar algum, pois se caímos, levantamos, se erramos, tentamos outra vez, até que uma hora tudo que chegou a ser impossível em nossas mentes, torne-se a pura realidade.
Uma vez, um grande professor de Biologia, disse em alto e bom tom que para alcançarmos qualquer meta, precisaríamos treinar. Ele sempre dizia a mesma frase: “Treinamento difícil, combate fácil.” O que se dá a entender que temos que tentar e tentar para alcançarmos os nossos objetivos e não deixar que se tornem apenas sonhos “impossíveis”.

                         Por fim, se não lutarmos para que o impossível torne-se possível, estaremos sujeitos a acreditar que tudo o que não conseguimos realizar torne-se a mais dura impossibilidade. Então nunca deixe de tentar, pois se o fizermos, perderemos a chance de conseguir vencer os obstáculos. Como eu havia dito no terceiro parágrafo, o impossível é algo que ninguém fez ainda.



                                                             MARQUES, Vicktória-Estudante, 28 de Maio de 2011.

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